Resenha: Enfeitiçadas

sábado, 22 de março de 2014

Título: Enfeitiçadas - As Crônicas das Irmãs Bruxas Livro 01
Título Original: Born Wicked - The Cahill Witch Chronicles #1
Autora: Jessica Spotswood
Ano: 2014
Páginas: 272
Editora: Arqueiro






Antes do alvorecer do século XX, um trio de irmãs chegará a idade adulta, todas bruxas. Uma delas terá o dom da magia mental e será a bruxa mais poderosa a nascer em muitos séculos: ela terá poder suficiente para mudar o rumo da história, para suscitar o ressurgimento do poder das bruxas ou um segundo Terror. Quando Cate descobre esta profecia no diário de sua mãe, morta há poucos anos, entende que precisa repensar seus planos. Qual será a melhor opção: servir a Irmandade, longe dos olhos vigilantes dos Irmãos Caçadores de Bruxas, aceitar uma proposta de casamento que lhe garanta proteção e segurança ou abandonar tudo e viver um grande amor proibido? Prepare-se para se encantar com os jovens pretendentes de Cate, abominar o ódio e a repulsa que os Irmãos dedicam a meninas e mulheres, e aguardar ansiosamente pela sequência de As Crônicas das Irmãs Bruxas.

Quando peguei esse livro pra ler as expectativas não poderiam ser maiores, afinal, a capa dele é linda, a sinopse bem bacana (adoro essa temática) e a maioria dos blogs estava falando bem, então comecei a leitura esperando muito! E não foi exatamente como eu esperava. Pelo menos não no início da leitura, o que eu esperava era uma narrativa envolvente que me prendesse logo no primeiro capítulo, e não foi o que aconteceu. 

O história é contava em primeira pessoa, na visão de Cate, a irmã mais velha, ela foi encarregada pela mãe, uma bruxa que já faleceu de tomar conta das irmãs mais novas, Maura e Tess. Essa tarefa se torna cada dia mais difícil conforme as irmãs mais novas crescem e seus poderes se desenvolvem. O mais complicado de tudo porém, é esconder do próprio Pai seus segredos. 

Cate é uma personagem que carrega muita responsabilidade e peso sobre si, por isso na minha opinião, o início da narrativa foi meio chato, aconteceu poucas coisas além da Cate brigar com a Maura e Tess. Mas a chegada de Paul da faculdade muda um pouco as acontecimentos..Paul é um personagem que gostei muito, ele é um amigo de infância da Cate. Mas ela também tem outro amigo, o Finn. Bom o Finn é adoravel, um nerd encantador. Simplesmente impossível não amá-lo. Gostei muito do triângulo amoroso que a autora formou logo no inicio da série.

Mas o obra não fica centrada no romance, pelo contrário, a autora desenvolveu bem o tema das bruxas, pois a história se passa na Nova Inglaterra (Acredito que atual EUA) em um tempo em que a caçada às bruxas seguia um ritmo frenético. O clima de mistério que é colocado do meio para o final da obra deixa o leitor sagaz para terminar logo de ler, realmente é um livro que deve-se ter paciência mas quando chega ao clímax, é muito bom!

Em alguns momentos na leitura, me surpreendi demais, algumas coisas não acreditei que poderiam ter acontecido, mas aconteceram! Fiquei literalmente de boca aberta durante a leitura. E eu amo isso em um livro. 

Adorei os personagens, as diferenças entre as personalidade das irmãs é bem legal, pois cada uma tem suas características próprias e seus poderes que são mais desenvolvidos. A identidade de cada uma é bem definida, o que eu adorei. A minha irmã preferida com certeza é a Tess, a mais nova, por incrível que pareça achei ela a mais sábia e madura.

É daqueles livros que você termina de ler e já vai procurar pela internet quando sai o próximo, pois te deixa NAQUELE frisson! Rs. Recomendo demais a leitura, e peço que pra quem quiser desistir não o faça, pois vale a pena terminar a leitura.

Mal posso esperar pelo Amaldiçoadas, segundo da livro da série. E já imagino esse livro virando filme, o que acham? Pra quem já leu, não seria ótimo? 

Nota: 4,5 estrelas

P.s: Só não dei 5 pelo início, pois realmente, a leitura demora um pouquinho é "pegar no tranco".

Ah, e achei lindo o trailer do livro. Bem fiel, vejam aí:



Resenha : Garota, Interrompida

domingo, 16 de março de 2014

Título:  Garota, Interrompida
Título Original: Girl, Interrupted
Autora: Susanna Keysen
Ano: 2013
Páginas: 190
Editora: Única 





Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Keysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era logo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é sanidade? Garotas interrompidas.

A primeira impressão que eu tive desse obra foi a da adaptação para o cinema (Mais informações sobre o filme aqui), pois havia assistido o filme já algumas vezes e tinha gostado. Porém queria ter uma experiencia nova em relação a essa historia e posso dizer: esse livro não me decepcionou em nenhum momento! A leitura foi super rápida, ele me envolveu, me prendeu e me emocionou..

O livro é uma espécie de relato pessoal da autora o mais impressionante de tudo em relação a historia é exatamente esse aspecto. Tudo ali contado realmente aconteceu, o nível de realismo é incrível e narrativa também.

Susan, a protagonista, sempre foi uma pessoa excêntrica, e quando no inicio da obra é internada no Hospital McLean é que sua jornada de autodesenvolvimento realmente começa. A verdade é que senti durante a leitura que a internação de Susan e sua relação com suas colegas de confinamento a tornaram mais madura.

Devo dizer que mesmo tendo vivido uma história triste, a narrativa não se torna pesada, por alguns momentos, os fatos por si só são pesados porém a autora conta tudo com uma leveza impressionante, não que o que aconteceu com ela não a tenha marcado, mas acredito que ela criou a consciência de que aquele momento de sua vida fez ela ser quem é.  

Outro aspecto que me impressionou, e que se fosse realizado em outras obras eu provavelmente não iria gostar, foi a falta linearidade da narrativa, ou seja, os fatos não são contados exatamente em ordem cronológica. Parece mesmo um relato, como se autora estive nos contando uma história conforme ia se lembrando dos acontecimentos.

Em comparação ao filme, isso não ocorre, obviamente. Pois no cinema tudo é adaptado para o público entender bem a enredo e gostar dele. Mas no livro faz muito sentido. 

Os personagens do livro são bem caracterizados, passamos a conhecer a historia de todas as garotas do Hospital McLean, não apenas da Susan, eu pessoalmente me afeiçoei a todas as personagens, não apenas as paciente mas as enfermeiras, toda a equipe. Pra mim a enfermeira Valerie tem papel fundamental nessa historia, admirei-a durante toda a leitura e me senti feliz em saber que existiu uma pessoa como ela. Pois lemos muitas histórias de ficção e muitos sonhamos como seria bom se aqueles personagens fossem reais, bom, a Valerie realmente existiu e eu me senti feliz por isso. Pois ela não salvou a humanidade, nem realizou nenhum fato histórico, mas foi capaz de trazer mudança para o ambiente aonde trabalhava e isso fez a diferença na vida de muitas pessoas ao seu redor. Não sei se outras pessoas que também leram a obra compartilham dessa mesma admiração, mas enfim..

Quanto a Susan também a admirei durante a leitura, principalmente por sua coragem de muitas vezes enfrentar o "sistema" e pelo equilíbrio que conseguiu manter durante a internação, esse fato pra mim foi admirável. As reflexões que ela traz no livro também são muitos boas. É um livro que te bota pra pensar, realmente do ponto de vista pessoal, pois qualquer um pode se identificar com a Susan e ainda assim ser considerado pela sociedade como "normal", ela na época era louca. O livro traz esse pensamento...Até aonde vai essa definição de loucura?

A Lisa é outra personagem marcante, forte e intensa. Pra mim, não tem como não se apaixonar pela Lisa, infelizmente no filme achei que ela foi meio colocada como vilã, o que não aconteceu no livro. Por isso recomendo a todos que leiam essa obra, não só pelo seu conteúdo maravilhoso, mas também para saberem que tem mais dessa historia a ser descoberta, que tudo não foi contado no filme (isso geralmente acontece)  e que em uma obra de 190 páginas os leitores vão encontrar muitas lições que provavelmente vão levar para o resto da vida.

P.s: Outro detalhe que não posso deixar de comentar é que você já viu o filme, não tem como evitar imaginar todos os acontecimentos contados sendo realizados pela Winona Ryder, o que pra mim foi ótimo pois adoro a atriz. Pra mim ela fez um papel excelente durante o filme, bem como a Angelina Jolie trazendo vida à Lisa, recomendo que leiam o livro e assistam o filme depois, pra quem ainda não tiver assistido. 

                                                 Winona como Sunsan 
                                               
                                                Angelina como Lisa


Nota: 5 estrelas 






[Retomando!] Resenha: Veneno

terça-feira, 11 de março de 2014

Título: Veneno (Saga Encantadas - Livro 01)
Título Original: Poison
Autora: Sarah Pinborough
Ano: 2013
Páginas: 224
Editora: Única 

                                                                              
                                                                   Saraiva - Skoob - Livraria Cultura

Sexy, sarcástico e de prender a respiração! Para os fãs de Once Upon a Time e Grimm, Veneno é a prova de que contos de fadas são para adultos! Não existe “Felizes para sempre”! Você já pensou que uma rainha má tem seus motivos para agir como tal? E que princesas podem ser extremamente mimadas?  E que príncipes não são encantados e reinos distantes também têm problemas reais? Então este livro é para você! Em Veneno, a autora Sarah Pinborough reconta a história de Branca de Neve de maneira sarcástica, madura e sem rodeios. Todos os personagens que nos cativaram por anos estão lá, mas seriam eles tão tolos quanto aparentam? Acompanhe a história de Branca de Neve e seu embate com a Rainha, sua madrasta. Você vai entender por que nem todos são só bons ou maus e que talvez o que seria “um final feliz” pode se tornar o pior dos pesadelos! Veneno é o primeiro livro da trilogia Encantadas, e já é um best-seller inglês. Sarah Pinborough coloca os contos de fadas de ponta-cabeça e narra histórias surpreendentes que a Disney jamais ousaria contar. Com um realismo cínico e cenas fortes, o leitor será levado a questionar, finalmente, quem são os mocinhos e quem são os vilões dos livros de fantasia!


Primeiramente Queridos amigos do Blog, gostaria de me desculpar pela minha ausência, nada de inventar desculpas, confesso apenas que negligenciei uma das minhas paixões que é falar sobre livros nesse blog, mas pretendo voltar com tudo!

Resolvi retomar com o Volume 1 da Saga Encantadas, Veneno, que foi um dos livros que mais me prendeu nos últimos tempos. Sempre tive uma vontade de ler esse livro desde que me deparei com ele na livraria, mas eu pensava assim "Poxa, é igual Grimm e Once Upon a Time? Então tá mais pra plágio." E eu não curto essas coisas então resolvi não comprar. Mas a capa sempre me achou atenção, sempre achei ela LINDA de morrer!       Aconteceu que surgiu uma oportunidade de troca desse livro pelo Skoob (meu perfil a quem interessar) e acabei recebendo ele lindo na minha casa.

Comecei a leitura assim que recebi e confesso que demorou um pouco pra me viciar na obra. Não porque a leitura seja chata, de forma alguma. A narrativa tem um timing excelente, mas a causa foi exatamente a sinopse do livro que na minha opinião não condiz com o enredo de forma precisa. Eu comecei a ler e esperava odiar a Branca de Neve. Mas nada disso aconteceu, eu não só apenas não via nada de errado com o que a  Branca de Neve fazia como eu passei a gostar dela, a compreender seu modo de ser.

O livro é contado em terceira pessoa algo que também me surpreendeu pois acreditava que seria uma historia contada do ponto de vista da Rainha Má, narrado por ela.

A verdade é que em enganei antes sobre o livro quando li a sinopse, ele se tornou melhor do que o que eu esperava. Pois me surpreendeu conforme a leitura ia se desenvolvendo. Eu também gostei da Rainha, não a odiei gratuitamente só por ela ser a "suposta" vilã da historia, porém ela não me conquistou como aconteceu com a Branca de Neve. Não consegui sentir pena dela nem me compadecer de sua situação e muito menos achar que as atitudes dela no livro eram justificáveis, pra mim não foram.

E devo dizer que as cenas quentes..são quentes mesmo! Definitivamente não é um livro infanto-juvenil! É um livro adulto e eu pessoalmente gostaria que Editora tivesse deixado mais claro na sinopse que esse livro é para maiores de 18, pois eu imagino muitas menininhas na livraria pegando esse livro com a capa da Branca de Neve, achando ele lindo (porque é) e querendo ler. Mãezinhas de plantão fiquem alerta! Rs.

E quanto a edição..Bom, já falei minha opinião sobre a arte da capa, sem defeitos. A letra tem o tamanho bom e as bordas da primeira página e de cada início de capitulo são desenhadas, o que deu um toque super fofo ao livro. Eu amei!
Porem o que não gostei foi a impressão da obra, achei as folhas frágeis e capa muito mole. Ele é edição normal mesmo, não é econômica mas achei a capa mesmo com a orelha de livro bem frágil. Todavia, achei que isso se refletiu no preço do livro, ele não é muito caro por conta desses detalhes, acredito eu. No entanto, a cor das folhas estava ótimo, um amarelado que tornou a leitura bem confortável. 
Resumindo, a narrativa prende o leitor até a ultima palavra e você fica super ansioso pelo próximo livro, que é o Feitiço.

Nota: 5 estrelas 







Resenha: Wake - Despertar

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Título: Wake - Despertar
Título Original: Wake
Autora: Lisa McMann
Ano: 2010
Páginas: 205
Editora: Novo Século


                                                       Saraiva - Estante Virtual (opções de livros usados)


Para Janie, uma garota de 17 anos, ser sugada para dentro dos sonhos de outras pessoas está se tornando normal. Janie não pode contar a ninguém sobre o que acontece com ela - eles nunca acreditariam, ou pior, achariam que é uma aberração. Então, ela vive no limite, amaldiçoada com uma habilidade que não quer e não pode controlar. Mas, de repente, Janie acaba presa dentro de um pesadelo horrível, que lhe causa um imenso terror. Pela primeira vez, ela deixa de ser expectadora e se torna uma participante.

Confesso que demorei a ler esse livro, não que o início seja enfadonho ou nada do tipo, pelo contrário, o livro todo tem uma narrativa boa, gostosa de ler. A questão da demora foi pessoal, eu sempre tinha livros "melhores" na estante para dar prioridade. Mas falando da resenha..

Janie é uma garota atormentada pelos sonhos de outras pessoas e isso faz o leitor de cara ter um pouco de dó dela, principalmente porque no início da obra ela tem uns flashbacks das primeiras vezes que foi sugada para os sonhos  de outras pessoas e essa situação misturada com a falta de cuidado e de certa forma o desprezo da mãe dela nos faz torcer para que as coisas deem certo para Janie. A personalidade de Janie é o um dos elementos que mais me agrada nesse romance, ela é um adolescente sofrida, mas mesmo diante das dificuldades ela não se vitimiza, tem o sonho de juntar dinheiro para ir para faculdade e por isso a noite trabalha em um asilo, aonde os idosos tem sonhos bem estranhos (Sobre a Segunda Guerra Mundial..)

Janie mesmo enfrentando problemas encontra uma amiga leal mas um pouco louquinha, a Carrie, apesar de não ir muita com a cara da personagem pois a achei meio chatinha e superficial, tenho que admitir que a Carrie sempre ajudou a Janie e vice-e-versa, elas tem uma amizade bonita. Outra personagem que é um dos principais é o Cabel, a Janie tem uma queda por ele já faz algum tempo e quando ele se transforma em um dos bonitões da escola ela fica com ciumes, a relação deles é bem fofa. Em alguns momentos, por conta do enredo em si ficamos sem entender alguns atitudes dele mas tudo fica explicado, passamos a entender a história de vida do personagem também.

Mas o fato mais marcante que eu acredito ter sido desse livro é a descoberta que a Janie faz sobre o que ela é capaz de fazer, o "poder" que tem nas mãos e ela percebe que pode contar com ajuda de pessoas que sabem o seu segredo. Isso é bem legal pra história. Esse livro é o primeiro de um Trilogia, mas eu sinceramente não sinto necessidade de ler os próximos, achei a história bem satisfatória e isso foi algo que me incomodou, se é uma trilogia deveria terminar a história com um *BAQUE* mas isso não acontece. E esse foi um aspecto que deixou a desejar, afora isso é um bom livro, uma leitura que eu considerei infanto-juvenil pois para mim não entraria no YA (Young-Adult) pela simplicidade da narrativa. Recomendo a leitura!

Nota: 4 estrelas



A profecia de Leslienth: [PROMOÇÃO] - O Sonho de Eva

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A profecia de Leslienth: [PROMOÇÃO] - O Sonho de Eva: Olá meus amigos! Que tal conhecer essa uma incrível promoção? Dessa vez será o livro O Sonho de Eva do autor nacional Chico Anes

Resenha: Sua Alteza Real

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Título: Sua Alteza Real
Título Original: H.R.H
Autor: Danielle Steel
Ano: 2012
Páginas: 304
Editora: Record





Christianna é o oposto do que se esperaria de uma jovem da realeza. Após trocar seus vestidos de gala por jeans e camisetas e viver em completo anonimato durante quatro anos na faculdade em Berkeley, a filha mais nova do príncipe de Liechtenstein retorna à sua entediante rotina de discursos em orfanatos e jantares formais.

Determinada a fazer algo mais importante do que cortar fitas de inauguração em hospitais, Christianna pede permissão ao pai para trabalhar por um ano na África Oriental como voluntária da Cruz Vermelha. É sob o sol da Eritreia que a Princesa Sereníssima de Liechtenstein descobre sua vocação para ajudar os necessitados. Finalmente livre e feliz, ela luta para esconder sua identidade dos novos amigos e colegas de trabalho – até mesmo de Parker Williams, o charmoso pesquisador de Harvard que acompanha os Médicos Sem Fronteiras.

Do esplendor dos palácios reais ao caos de regiões tomadas pela guerra civil, Danielle Steel nos transporta a universos impressionantes. Com personagens marcantes e episódios dramáticos, Sua Alteza Real explora o conflito entre responsabilidade e liberdade, dever e amor.

   Li esse livro cerca de dois dias atrás e estava em dúvida se iria escrever uma resenha sobre ele, mas como prometi aqui no blog que iria escrever sobre livros em geral, incluindo os que não me agradaram então resolvi escrever. Nunca tinha lido nenhum livro dessa autora e confesso que não foi uma primeira experiência boa, espero que nos outros livros dela a narrativa não seja como foi nesse.

   Mas enfim..voltando à resenha..

   Christianna é uma moça da realeza de um pequeno país (na verdade, dá-se o nome de principado) da Europa que fica entre a Áustria e a Suíça, chamado Liechtenstein, que pelo link que segue existe na vida real. Essa parte da estória é bem interessante, pois quando vi a sinopse do livro me encantei e pensei que ia ter uma experiência interessante vendo a vida da realeza, porém isso não acontece no livro. 

   Pelo contrário, a personalidade da protagonista é bem diferente das princesas que estamos acostumadas em livros e filmes. Pelo o que eu entendi ela é a contradição em si, ao mesmo tempo em que é resignada e conformada com seu destino e suas obrigações também tem seus momentos de revolta e de birra. Isso foi algo que me irritou demais na personagem e eu sou dessas que quando não gosto da protagonista não sinto que posso gostar do livro como um todo.

   Apesar de ser escrito em terceira pessoa a obra gira em torno da Princesa e por isso meu desagrado, os outros personagens são importantes para a trama mas tudo gira em torno de Christianna. 

   O livro tem toques de romance e drama, e eu estava esperando uma Chick Lit, talvez por não conhecer o estilo da autora esperei algo assim. De Chick Lit o livro não tem absolutamente nada! A narrativa é lenta, descritiva e por vários momentos NADA acontece..

   A estória é até bonita, pois mostra uma princesa humanizada que sofre pelos outros e tem atitudes admiráveis mas é perfeita demais! Em nenhum momento é mostrado algum traço de defeito na sua personalidade, na verdade a maioria dos personagens é assim o único que é descrito como diferente é um irmão príncipe dela. 

   Em alguns momentos o enredo dá reviravoltas, principalmente no final, e o quesito drama é bem explorado, mas nada que me tenha feito chorar e nem me emocionou. Outra questão que deixou a desejar foi o romance, o casal principal simplesmente não tem química alguma, pelo menos ao meu ver, apesar de ter simpatizado com mocinho, o médico do Médicos Sem Fronteiras, chamado Parker. As pessoas que trabalham com Christianna, tanto na Rússia quanto na África também são interessantes e deveriam dar um toque diversão ao livro, mas não achei que foi bem sucedido. 

   Resumindo, não gostei da narrativa e da protagonista e por isso pra mim a leitura não foi boa, teve momentos em que quase desisti de ler, mas queria fazer a resenha aqui e só por isso continuei. Não gostei e não recomendo a leitura.

Nota: 1 estrela

Nota da Blogueira: Achei interessante o fato do principado realmente existir, aqui está a pesquisa do Wikipedia.






Resenha: Cretino Irresistível

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Título: Cretino Irresistível 
Título Original: Beautiful Bastard
Autor: Christina Lauren
Ano: 2013
Páginas: 272
Editora: Universo dos Livros


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Uma estagiária ambiciosa. Um executivo perfeccionista. E um relacionamento ardente e totalmente perigoso! Esperta, dedicada, prestes a cursar um MBA, Chloe Mills tem apenas um único problema: seu chefe, Bennet Ryan. Ele é exigente, insensível, sem consideração – e completamente irresistível. Um belo cretino. Bennet acaba de retornar da França para assumir um cargo importante na empresa de comunicações de sua família. Mas o que ele não poderia imaginar era que a pessoa que o ajudava enquanto ele estava no exterior era essa criatura linda, sensual e totalmente irritante que agora ele tem de ver todos os dias. Ele nunca foi do tipo que se envolve em relacionamentos no ambiente de trabalho, mas Chloe é tão tentadora que ele está disposto a flexibilizar essa regra – ou quebrá-la de uma vez – para tê-la. Por todo o escritório! Mas o desejo que um sente pelo outro cresce tanto que Bennet e Chloe terão de decidir o que estão dispostos a perder para ganhar um ao outro.

   Já li esse livro tem algum tempo mas sempre retorno para dar uma lidinha de novo porque não resisto! Ele é, não sei se dá pra notar logo de cara, um romance erótico com cenas de sexo explícito então só recomendo para MAIORES DE 18 ANOS, obviamente. Mas voltando à resenha..
   
   O livro começa mostrando a jornada da protagonista Chloe como estagiária em uma grande empresa chamada Ryan Media Group, a personagem é muito esforçada e trabalha bastante, porém nada parece ser suficiente para o seu chefe, Bennet, que como o título já diz é um babaca lindo.

  No primeiro capítulo Chloe está atarefada para terminar um serviço que Bennet a encarregou de fazer em um tempo mínimo, sendo humanamente impossível realizado-lo tão rápido, e Chloe não consegue terminar tudo no prazo determinado e pior, ainda tem que fazer apresentação de Power Point para o chefe mau humorado.

   E é depois dessa reunião que tudo muda..

   Bennet é um cara super charmoso, mas é bem exigente no trabalho e adora falar desaforos pra todo mundo, principalmente para a pobre Chloe, mas essa implicância vai se explicando ao longo do livro.

   O romance dos dois é bem intenso e tem aquele joguinho de gato e rato que todo mundo adora, uma fórmula bem batida mas que funcionou. Se não me engano essa é mais uma daqueles obras que vem de fanfics, mas nem por isso deixam de se tornar bom livros. Eu, pessoalmente, já li 50 tons de cinza a trilogia e a série CrossFire, mas essa série da Christina Lauren que é intitulada de Beatiful Bastard foi a melhor do gênero erótico que li ultimamente. 

   Por alguns motivos que vou aqui citar: A protagonista não é ingênua nem virgem, nenhum dos personagens tem problemas ou traumas psicológicos e as cenas são de sexo selvagem puro e simples..sem sadomasoquismo. Nada contra obras que tem essas características mas achei que a simplicidade da narrativa e o desenvolvimento dos personagens como pessoas contemporâneas ditas comuns foi o que tornou tudo mais interessante. Eu me identifiquei com a Chloe SIM! Pena que não existe ninguém nem remotamente parecido com o Bennet andando por aí...

   No quase final ainda acontecem algumas viravoltas que fazem o coração do leitor quase sair pela boca, você torce a todo momento para que tudo se encaixe para o casal..é bem fofo e emocionante. Recomendo a leitura para quem curte o gênero erótico, mas para quem achou que o livro era um tipo romance água com açúcar e não gosta de ler cenas quentes é melhor passar longe!

   E uma imagem final para deixar todos com vontade...



Nota: 4 estrelas

P.s: Não sei se sou só eu mas esse desenho da capa do livro me lembra demais o Adam Levine do Marron 5, tô viajando?







Design e código feitos por Julie Duarte. A cópia total ou parcial são proibidas, assim como retirar os créditos.
Gostou desse layout? Então visite o blog Julie de batom e escolha o seu!